O Facebook está lançando uma moeda digital, a Libra, concorrente direta do Bitcoin. A empresa afirma que a moeda irá funcionar em uma plataforma de blockchain, sendo possível a transferência entre usuários ou até mesmo empresas e pequenos negócios. A moeda será de uma nova subsidiada do grupo, a Calibra, que terá como um dos produtos uma carteira virtual e será separada das operações do Facebook. Essa carteira virtual estará disponível para Facebook, Messenger e WhatsApp, além de um app próprio que será lançado em 2020. 

Mas não é somente o Facebook que entrou na “moda” das moedas digitais. Essa tendência está aumentando cada vez mais no comércio financeiro. Porém, segundo o site InfoMoney, em um artigo escrito por Fernando Ulrich, Mestre em Economia, existem 3 riscos envolvendo a compra e venda das moedas digitais: o risco de mercado (ou de preço), o risco de sistema (ou técnico) e o risco de usabilidade. 

Risco de mercado

O Bitcoin, ou qualquer outra moeda digital, não tem garantia de valor no mercado, já que não há nenhuma entidade encarregada que cuide da cotação no mercado internacional. Ou seja, não há como avaliar o valor dessa moeda amanhã, semana que vem ou até no próximo ano. 

Risco de Sistema

Essa deve ser uma das maiores preocupações, já que o usuário muitas vezes não sabe como o sistema funciona. O Bitcoin funciona com três principais mecanismos: a criptografia moderna (aquela usada no WhatsApp), a rede peer-to-peer, e o conjunto de incentivos contidos no protocolo. 

A criptografia usa comprovação matemática, o que prevê um alto nível de segurança. Mesmo com criptografia de chave-pública, onde as pessoas podem fazer transações de forma pública, nenhuma informação importante é revelada. 

Depois de quase oito anos de existência, a rede Bitcoin conta com força computacional de cerca de 2.000 PH/s (um petahash significa um quatrilhão de tentativas de cálculo da prova-de-trabalho por segundo). Esse é o chamado hashrate, a medida de potência da rede. Não há nenhum outro projeto de computação distribuída tão potente quanto o Bitcoin. Para colocar esse número em perspectiva, essa capacidade de processamento supera em milhares de vezes a dos 200 supercomputadores do planeta somados. 

Risco de Usabilidade

Nesse ponto, o cuidado é com a forma que o usuário usa o app e faz suas transações. Existem diversos casos de perdas de Bitcoin por esquecimento de senhas, pendrives perdidos ou discos rígidos formatados. 

Por isso, o ideal às pessoas que buscam investir nesse segmento é aprender e se informar de como funcionam as carteiras e que entendam as formas de armazenamento, além de que sejam feitos os devidos backups dos aparelhos antes de direcionar seus recursos a outros destinos. 

Usando o exemplo de uma nota de cem reais: se você a perder na rua, por exemplo, não há nenhuma forma de resgatá-la. Para as moedas digitais, o exemplo também serve. Depois de perdidas, elas não conseguem ser “encontrados”. 

A EMAILAGE PODE AJUDAR

A disparada do Bitcoin nos últimos meses tem levado muitos brasileiros a investirem em criptomoedas. Há um enorme crescimento nas transações associadas ao Bitcoin e outros ativos digitais. Os números duplicaram tanto na abertura da conta quanto nos registros, e esse crescimento ilustra quão importante é ter uma avaliação de risco digital avançada. 

Atualmente, os líderes da indústria de ativos digitais utilizam a tecnologia da Emailage para filtrar de forma eficaz as transações fraudulentas. Através do endereço de e-mail, juntamente com outros elementos de dados, oferecemos uma abordagem simplificada para verificar o risco de identidade e avaliação, principalmente quando se trata de aplicações fraudulentas ou de abertura de conta. 

Que tal se juntar a Emailage e proteger o seu negócio?

Entre em contato e saiba mais sobre as soluções da Emailage.

Nos siga no Linkedin