Com a aproximação das férias de fim de ano, o setor de turismo e companhias aéreas já começa a perceber um aumento nas vendas de passagens/pacotes. O setor aéreo global faturou US$ 553 bilhões em 2018, e a previsão de crescimento é de 5% até o fim de 2019. O segmento, que recebe muitas reservas e compras on-line, tem as fraudes como seu principal ponto fraco. 

No mundo todo, a indústria aérea somou um prejuízo de US$ 2,8 bilhões nos pagamentos on-line em 2018 provenientes de fraudes, o que representa um aumento de 20% na comparação com o estudo anterior de 2014. 

Esses dados foram colhidos a partir do relatório “Benchmark Study: 2018 Global Airline Online Fraud Management”, elaborado pela Phocuswright, especializada em pesquisas sobre a indústria do turismo, em parceria com Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) e Airlines Reporting Corporation (ARC).

O relatório também possui um ranking dos maiores desafios das companhias aéreas na luta contra as fraudes. Em primeiro lugar na lista, um terço das empresas destacou a falta de investimentos em ferramentas e/ou recursos internos para detectar golpes. Na sequência, com 31%, as empresas apontaram a necessidade de atualização constante em tecnologia e, em terceiro lugar, 28% ressaltaram a dificuldade em identificar e responder aos novos tipos de ataques. 

O estudo também traz a comparação de ferramentas antifraudes utilizadas em cada região do mundo.  Na América do Norte, o índice de transações automatizadas é o mais elevado, assim como as rejeições de compras por suspeitas ou confirmação de fraudes. Consequentemente, a taxa de chargeback é a menor. 

Já na Ásia, as coisas são um pouco diferentes: o número de transações que são analisadas manualmente é o maior globalmente, o que se explica pela mão de obra barata. 

Em contrapartida, as rejeições de compras são as mais baixas, e o número de chargeback são os maiores. 

Na América Latina, os indicadores estão em faixas medianas, sem extremos. E para os fraudadores, nem os programas de fidelidade ficam de fora. Segundo o relatório, os golpes nesse meio já atingem 90% das empresas aéreas e/ou de turismo, já que existe uma forte adesão da população na busca por vantagens e descontos, principalmente para passageiros habituais. 

A forma mais comum é o phishing, golpe em que os cibercriminosos disparam diversos e-mails com alguma isca de promoção ou prêmio. Ao clicar no link, o internauta é redirecionado para uma página falsa ou permite a instalação de arquivos maliciosos em seu dispositivo. De posse dos dados do usuário, como login e senha, o fraudador emite passagens usando os pontos ou transfere os pontos para outra conta.

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As férias de verão já estão quase aí!
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